“Já conheci muitas residências e organizações artísticas, mas uma das razões pela qual Sacatar se destaca é que a filosofia da missão está tão bem refletida na prática”.
Philip Boehm (EUA), 2016

 

“Aqui estou de volta a Brasília, fiz uma viagem tranquila, com a cabeça ainda no Sacatar. Chegando em casa passei um longo momento rememorando os dias que estive em Itaparica e fui tomado por um enorme sentimento de gratidão. Foi algo leve e muito bonito. Gratidão por ter vivido e recebido tantas coisas nesses dias de Bahia. Coisas essas que não posso nomear pois moram fora das palavras. E eu não sabia que até mesmo o “receber” é algo que se aprende, e para receber também é preciso coragem. A Bahia me ensinou a receber. Me ensinou a olhar em silêncio. Me ensinou a esperar. Me ensinou que é possível viver mistérios sem precisar nomeá-los ou defini-los. A Bahia me ensinou que a força está na cultura, está no povo, está na natureza. Ontem, antes de dormir, senti que algo tinha mudado em mim. Algo forte e belo que ficou marcado em mim e que levarei para sempre. Nas palavras da personagem e guerreira Maria da Fé, do romance de João Ubaldo: “Vai lá, vive e aprende.” Eu vivi e aprendi na Bahia, eu vivi e aprendi a Bahia.”
Virgilio Neto, Brasil, 2016 (em parceria com o FUNARTE)

 

“A Bahia energizou e acrescentou outras dimensões ao meu trabalho que eu não havia sonhado possível. O Instituto Sacatar foi um sonho em todos os aspectos, é incrível pensar que neste mundo de cabeça para baixo em que vivemos, perfeitos bolsões de espaço, apoio e criação como o Sacatar existem.”
Nana Ayim, Gana 2016 (em parceria com o Africa Centre)

 

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